Quando me deparei com Marianne, logo olhei pra Paola sem entender nada, afinal tínhamos um "encontro de negócios" sigilosíssimo. Ela, compreendendo minha surpresa, adiantou-se e dizendo que havia chamado Marianne ali pra um bate-papo e haviam esquecido da hora. Não me incomodei, uma vez que havia tempo pra fazer tudo que havíamos combinado sem problemas.Após alguns minutos de conversa em comum, Paola me disse que estava se sentindo muito cansada e havia comentado que Marianne também estava assim, com um "peso" nas costas e se eu não poderia aliviar isso com minhas massagens, mesmo que fosse por um pouco de tempo. Marianne já tinha expressado sua vontade de fazer uma massagem (profissional) comigo, mas não levou avante sua intenção por causa do marido, que não consentia. Naquela hora ela tomou a frente e confirmou as palavras de Paola, dizendo que seria muito bom se eu pudesse ajudá-la, nem que fosse "um pouquinho", fazendo um biquinho com os lábios, cheio de dengo e naquele sotaque carioca que se tornou seu charme. Eu disse que poderíamos fazer, sim, e só então vi Paola em pé atrás de Marianne dando uma piscadela pra mim.
Entendi o recado e disse a Marianne que poderia fazer isso na cama de Paola, o único lugar confortável da casa pra tal ação. Ela topou e enquanto se dirigia para lá, fui falar com Paola, pra saber sobre a piscadela. Ela me disse que haviam conversado horas a fio e Marianne estava se sentindo muito carente e essa seria uma boa oportunidade de poder saber mais coisas sobre sua vida íntima, o que lhe (des) agradava e tudo mais. Haviam falado de como eu era confiável e pelo meu tato e discrição e que seria um bom ouvinte das lamúrias de Marianne - a massagem era uma boa desculpa pra essa conversa.
Topei na hora e me dirigi para o quarto. Entrei e deixei a porta semi-cerrada. Disse a Marianne que poderíamos fazer uma massagem completa, que duraria em torno de uma hora ou mais, pois tínhamos tempo pra isso e ela poderia fazer o que sempre quis e não tinha tipo oportunidade, por causa do marido. Ela concordou de pronto.
Meio tímida não sabia como se comportar e eu tentei deixa-la à vontade. Disse que deveria ficar com o mínimo de roupas possível pra que pudéssemos ter uma área de contato mais ampla e ter um resultado melhor. Ela deu aquele sorriso maroto que me deixava encantado e disse: "Tudo bem, vamo lá, né mermo?" (sic).
Nessa hora eu a observei mais atentamente e pude perceber sua blusa branca de botões, estando um deles mal fechado em sua casa, mostrando fartamente, como eu jamais havia visto, parte de seu seio esquerdo, dentro de um sutiã creme, não muito novo, mas com rendas e com um bojo que realçava e valorizava aquele colo moreno-jambo. Sua saia preta, não muito curta, mas com cumprimento suficiente pra mostrar os joelhos e justa o bastante pra contornar suas coxas roliças.
Foi ai que percebi o que estava prestes a presenciar. A mulher dos meus desejos se desnudaria de livre e espontânea vontade ali na minha frente pra que eu pudesse tocá-la, nos mínimos detalhes, nos lugares que só foram concebidos na minha imaginação lasciva e reprimida pelas circunstancias. Nessa hora me senti excitado, não pelo intumescimento de meu sexo, mas estava com uma sensação que já há muito não tinha – todo o corpo estava em frenesi pela possibilidade que se apresentava.
Propus-me a não perder aquela oportunidade e sorver o máximo de prazer sem, contudo desrespeitar minha amiga, pois sabia que suas intenções não eram semelhantes as minhas até então. Percebendo que ela ainda estava resistente a nudez parcial (que dirá total) resolvi por em ação meu poder de persuasão, chamando-a pra uma conversa rápida. Expliquei que massagem exigia relaxamento prévio e que nada do que fizesse poderia deixá-la constrangida ou embaraçada de algum modo, do contrário não surtiria efeito. Ela disse que estava um pouco nervosa, mas que confiava em mim. Então propus um acordo. Que ela, a partir daquele momento, se permitiria sentir todas as sensações que lhe ocorressem e eu me colocaria a par de tudo, pra que eu pudesse dar seqüência na massagem sem constrangê-la ao menos um pouco. Feito isso, não me fiz de rogado e sugeri que ela deixasse que eu tirasse sua blusa, já que estava um tanto quanto nervosa. Surgiu de seus lábios um sorriso maroto, quase lascivo e que rapidamente foi refreado, talvez pelo receio de interpretasse aquela satisfação de um carinho extraconjugal, sem culpa. Continuei desabotoando até o último botão e retirei lentamente as mangas que me mostraram um dorso moreno, com pequeninas pintas negras delicadamente distribuídas.
Agora já precisava ficar atento as minhas reações diante da visão daquele corpo seminu que dentro de instantes estaria a minha mercê para ser lentamente tocado e milimetricamente acariciado. A excitação era enorme, mas me contive e evitava deixa-la me olhar frente a frente com medo de trair-me de alguma forma.
Pedi que deitasse de bruços, enquanto suavemente abria o zíper de sua saia e deslizava vagarosamente, ficando inteiramente absorto com a visão daquele bumbum, dentro de uma calcinha não muito pequena, mas com tamanho suficiente para fazer duas saliências que o realçavam ainda mais. Por um momento me mantive parado contemplando aquele corpo, agora praticamente nu, que eu tanto almejara ver.
Minha contemplação foi quebrada com a chegada de Paola na porta perguntando se podia ficar por ali e assistir a sessão de massagem, fato esse que consenti acenando com a cabeça. Ela percebendo meu estado de excitação deu outra daquelas piscadelas e se afastou, deixando um frasco de óleo de massagem com canela junto à cabeceira da cama. Senti que nada mais me restava a fazer, senão sorver cada minuto, cada movimento, como se fosse o último e o único, mesmo que pra isso gastasse a tarde inteira, pois não sei se teria a chance de fazer isso novamente.
(CONTINUA AMANHÃ)

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