Comecei por desabotoar seu sutiã e tocar toda a extensão de suas costas. A textura de sua pele era algo de divino, me trouxe uma sensação agradável na junção do óleo e da pele. Minhas mãos deslizavam com suavidade pelas suas costas, começando no ombro e indo até pertinho do bumbum. Em um movimento de vai e vem que, que pouco a pouco, a fazia se entregar ao toque e suas deliciosas sensações. Não havia mais como permanecer imune aquela aura sensual que preenchera o quarto em todos os seus cantos.Não mais massageava Mariane, eu a acariciava com movimentos longos, amplos, despojados de pudor ou medo. Foi assim que massageei as suas pernas macias, porém firmes, que se arrepiavam cada vez que minhas mãos percorriam toda sua extensão, começando pelos pés e subindo vagarosa e vigorosamente até tocar suas coxas morenas e que deixavam uma permissividade no ar, ao se afastarem, lenta e discretamente, para que o toque pudesse alcançar cada milímetro até atingir os limites da excitação que se impunha naquele momento.
Após vários minutos envolvidos pelo clima de sedução entre massageado e o massageador, mas contidos por uma vergonha fictícia, pedi que ela se virasse e completássemos a sessão. Ouvi um suspiro mesclado com um sussurro de consentimento e um olhar manhoso de quem está absortamente entregue aos seus devaneios mais íntimos e proibidos. Ao se virar, o sutiã desnudou por completo seu par de seios e pude contemplar as formas arredondadas, fartos, porém firmes, agora estavam livres de qualquer prisão, revelando algo que, percebia, superava qualquer sonho lascivo que já ousara sonhar. Aqueles já não eram seios jovens, mas traziam consigo um vigor e um erotismo incomuns.
As aureolas mais escuras faziam sobressair os bicos entumescidos, que me confirmavam a excitação sentida no olhar semicerrado e nos lábios, grossos, vermelhos e úmidos, que deixavam escapar uma delicada mordidela de desejo. Seus bicos longos e duros me davam vontade de beijar, umedecê-los com meus lábios e massageá-los com minha língua em movimentos circulares, lentos que aumentariam de velocidade na medida de sua excitação e culminariam em mordidas leves e precisas, bem na pontinha, provocando um frenesi de sensações.
Vê-la virar-se me dava um tremor nas mãos e um embargo na voz. Não havia o que dizer, até porque palavras não descreveriam aquele corpo moreno, agora somente coberto pela minúscula calcinha de rendas brancas que escondiam sua intimidade plena.
Vê-la virar-se me dava um tremor nas mãos e um embargo na voz. Não havia o que dizer, até porque palavras não descreveriam aquele corpo moreno, agora somente coberto pela minúscula calcinha de rendas brancas que escondiam sua intimidade plena.
A fúria do desejo sussurrava ao meu ouvido, inflando em mim a vontade de me jogar sobre aquele corpo que por anos desejara ter a minha mercê, para possuí-lo de formas inimagináveis, numa volúpia incontrolável e explodir num gozo sem fim, despudorados e cúmplices de uma fantasia louca e destemida. Mas o controle da razão ainda tinha seus trunfos e me conduziu para a realidade próxima. Continuei a massageá-la, preso em minhas vontades, na parte dianteira das pernas. Nesse momento, não mais era possível que Mariane contivesse ou ocultasse, como ainda tentava fazer, sua excitação a cada toque. Seus seios entumescidos, já haviam denunciado isto, mas agora em sua calcinha, um volume realçado pela transparência das rendas, mostrava uma lubricidade convidativamente sexy.
Minhas esperanças não teriam sido em vão? Havia ali uma clara demonstração de consentimento para um envolvimento? Contive meu ímpeto buscar as respostas e prossegui massageando suas pernas, levando minhas mãos, num toque suave, até sua virilha, resvalando com delicadeza a região entumescida, tentando parecer um incidente. Por várias vezes consecutivas pude fazer essa proeza e me deliciar com as contorções de Mariane, pequenas no início, mas que aumentavam a cada vez que minhas mãos subiam suas coxas e deslizavam até perto de seu sexo, já quase a mostra.
Minha excitação era tamanha que já me esquecera das formalidades e das conseqüências, pensando somente em ver minhas fantasias se realizarem naquele instante. Os toques outrora cuidadosos, buscando mostrar recato, nessa hora mostravam-se lascivos e cúmplices daquela insanidade extremamente prazerosa a que nos entregávamos. Era notório nosso envolvimento, resguardado por um tênue fio de razão.
Mariane não se continha mais, suas mãos faziam menção de movimentar em leves toques na direção de sua virilha numa carícia velada, como que me auxiliando, nos carinhos distribuídos, que nessa hora estavam sendo concentrados em sua barriga, tocando delicadamente seu umbigo, bem formado e subindo ligeiramente para os seios, objetos de meus desejos incontidos.
Mariane não se continha mais, suas mãos faziam menção de movimentar em leves toques na direção de sua virilha numa carícia velada, como que me auxiliando, nos carinhos distribuídos, que nessa hora estavam sendo concentrados em sua barriga, tocando delicadamente seu umbigo, bem formado e subindo ligeiramente para os seios, objetos de meus desejos incontidos.
Não fiz qualquer objeção aquele movimento que, mal sabia eu, iria desencadear uma reação explosiva, que nos levaria a um desfecho inusitado. Pude observar suas mãos já sem pudor, subir seu Monte de Vênus e tocar um pequeno pedaço úmido e saliente que a fazia dar pequenos gemidos de prazer. Foi nessa hora que um som invadiu o ar, em uma manifestação de desabafo: "Ahhhh!!!! Eu não estou agüentando mais! O que você fez comigo?".
(CONTINUA AMANHÃ)

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