Paola é uma amiga e tanto. Nos conhecemos há alguns poucos anos, mas a amizade que surgiu é digna de um bom par de décadas. Posso dizer que ela é, além de amiga, confidente e cúmplice. São dela as minhas confissões mais íntimas e pessoais. Creio que a relação de confiança estabelecida entre nós possibilitou tudo isso.Seu sorriso largo e fácil é sempre um convite pra uma boa conversa inteligente e despojada. Realmente sinto-me muito bem do seu lado. Mas nossas confidências nos levaram a um nível de aproximação também muito intenso, que favorece sempre conversas picantes e que despertam sempre o desejo de um ou de ambos.
Sensualíssima, Paola é o tipo de mulher que faz homens sentirem desejo sem pensar nas conseqüências. E me sinto bem quando tratamos de assuntos da intimidade. Mesmo sendo casada, não se furta de nossos diálogos calientes e lascivos.
Na verdade, já tivemos bons momentos juntos assim, lembro-me de como ela me ajudou a realizar uma certa fantasia com uma amiga em comum.*
Depois disso nada mais fizemos, apenas falamos, até hoje.
Encontrei Paola saindo da faculdade e me assustei pelo andar das horas.
- Oi, saindo cedo assim? As aulas terminaram mais cedo?
- Sim, hoje apenas apresentamos os trabalhos e já estou indo pra casa.
- Tem tempo pra um suco?
- Pra você sempre tenho tempo, meu amigo.
E foi assim que saímos, naquela tarde-noite, pra bebericar um suco ali mesmo perto de sua faculdade.
- Sabe, outro dia me lembrei daquela tarde lá em casa, com você e Mariane - disse ela.
- Como poderia esquecer? Foi um dos momentos mágicos que já vivi e tudo graças a você - respondi.
- A mim? Não. Fomos cúmplices, como você gosta de dizer.
- É mesmo, nada se compara a isso. Dá um toque especial ao prazer. Mas por que você lembrou disso agora?
- Fiquei com uma sensação estranha, depois daquele dia.
- Culpa? Seu marido desconfiou de alguma coisa?
- Não é isso. Ficou uma sensação de que faltou algo. Acho que não bastou ser expectadora, queria ter participado.
- E por que não participou? Estávamos abertos pra você. Só quis entrar no finalzinho...
- Acho que queria algo só pra mim, entende? - e abriu seu sorriso largo e gracioso.
- Bom, nada que não possa ser refeito - respondi.
- Mas quando e onde? - senti uma ansiedade em sua voz, que já era famliar a mim quando se tratava desses assuntos.
- Olha, tenho tempo livre agora e você também, já que sua aula terminou mais cedo.
Estávamos com sorte. Uma amiga havia viajado e deixado seu gato pra eu tomar conta pelos dias que ficaria fora. Estava com a chave de seu apartamente ali. Fomos pra lá.
Tem coisas que não tem explicação. Se houvéssemos combinado, talvez nada teria dado tão certo.
Fomos direto pra quarto, onde Paola me pediu, gentilmente:
- Me deixa ser sua dona hoje? Quero ser senhora da situação do inicio ao fim, pode ser?
Permiti por achar isso muito excitante. Deitei-me deixei que a imaginação dela fluísse.
Eu a vi tirar sua blusa como uma colegial travessa que deixa seu sutiã rendado à mostra, branco e cheio pelas mamas cujos mamilos já apontavam na direção do objeto de seu prazer. Em seguida tirou sua saia, deixando à mostra os quadris largos que serviam de moldura para uma calcinha mínima, servindo apenas pra compor o conjunto do sutiã, mas que me enlouqueceu naquela hora.
Ela subiu na cama e veio em minha direção. Não movi um milímetro, estava ansioso por saber o que iria acontecer em seguida.
Ela então foi tirando minha camisa botão a botão, até deixar meu peito desnudo, que foi acariciado delicadamente. Sua boca quente veio descendo sobre mim e a ponta de sua língua envolveu meus mamilos, sugando levemente cada um deles.
Já estava ficando impaciente e louco de desejo, ansioso pelo próximo passo, que não demorou a vir. Paola deslizou sua mão pelo meu tórax e abdômen, fixando o olhar no volume que se fazia imenso dentro de minha calça. Desabotoou o sinto e tirou minha calça sem muita cerimônia. Seu interesse era grande em mim nessa hora.
Ao ver-me usando uma cueca boxer branca, colada, ela deu mostras de uma deliciosa sensação de desejo, fechou os olhos e mordeu os lábios, ao mesmo tempo em que sua mão deslizava suavemente pelo volume latejante dentro da minha cueca. Tão logo notou que a ponta já havia avançado pra fora, ela sorveu-a com seus lábios úmidos e quentes, arrancando com dificuldades a ultima peça, pra finalmente descobrir minha nudez, sem querer retirar meu membro duro e grosso de sua boca gulosa e tarada.
Conseguiu seu intento e, então, como uma criança gulosa em dia de calor, o beijou e chupou como a um sorvete grande e saboroso. Com uma vontade louca ela me deixava agonizando de tesão, mas sem ação diante de suas ações cada vez mais ousadas e safadas.
Não me contive e cravei-lhes as mãos na bundinha gostosa que há muito sentia vontade de tocar. Nessa hora percebi o tamanho da calcinha, que já não mais cobria nada de seu sexo, entumescido e saliente.
Passei a mão por toda sua coxa grossa, roliça, como eu adoro, e fiquei ali sentindo sua língua brincar com meu pênis latejante e ansioso por mais.
Já não havia razão predominando, mas somente o desejo primário de uma transa instintiva.
Fiz menção de retirar sua calcinha, que teve sua anuência imediata. Facilmente aquele pequeno pedaço de pano, deixou a mostra uma xoxota deliciosamente depilada nas extremidades, deixando um fino caminho negro e recortado rente a pele.
Não demorou muito pra que ela se sentasse em cima de meu pau duro e deixasse que ele deslizasse pra dentro dela, sob um urro de prazer e tesão.
Seus movimentos seguiam um ritmo intenso que cada vez mais se ensandecia, sob gemidos e gritos de prazer.
Eu ali sucumbindo aos seus delírios e a vontade de suas coxas que me prendiam, me entregava a sensação gostosa de meu pau dentro de sua xoxota molhada que me apertava a cada estocada que eu dava.
Havia no ar a sensação de que explodiríamos em um múltiplo de orgasmos recolhidos.
Aumentamos a intensidade dos movimentos, dos gemidos e sussurros, até que não mais nos contivemos e urramos num jorro de gozo e de prazer.
Nada mais nos restava que a cumplicidade de uma respiração ofegante, como se léguas tivessem sido percorridas em minutos.
Nessa hora um abraço terno e carinhoso nos envolveu. Mais uma vez os olhares, antes cheios de luxúria e desejo, se cruzavam, na garantia de que nossa cumplicidade havia aumentado e nossos laços haviam se tornado prazerosamente mais fortes.

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